Jéssica Azevedo: “Feminizar de verdade seria ter uma alta percentagem de mulheres ao mando, dar-lhes uma oportunidade para que possam demonstrar do que são capazes”

Valentim Fagim entrevista Jéssica Azevedo, brasigalega, estuda na Faculdade de Filologia um mestrado de Estudos de Género. Tem um fraco para meditar sobre feminismo, galeguidade e discurso pós colonialista.

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Graciela Lois: “Não há mudanças sem desequilíbrio, e isto apenas se consegue ao criar dúvidas. Portanto, é imprescindível continuar com a in/formação. Aliás, o discurso não pode ser apenas racional, mas emocional”

Valentim Fagim entrevista Graciela Lois Rio, nova sócia da AGAL, que morou na Argentina até aos 19 anos com uma vida salpimentada de galeguidade. Ao chegar a Galiza o seu espanhol é “canarizado” e vive imersão linguística na aldeia familiar. Tirou o B2 em português na EOI em dous anos e foi quando descobriu que fora na Galiza onde o português tivera a sua origem. Quanto à AGAL, o acréscimo da sua massa social feminina é o que fica pendente.

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Violeta Santás: “A consciência de que a tua cultura é mais do que te fizeram crer faz-te mais orgulhosa do teu”

Valentim Fagim entrevista Violeta Santás Corral, de Ourense, neo-falante, foi na universidade quando deixou de ser galego-calante. Estudou Belas Artes em Cuenca. A música brasileira ajudou. Colabora na Semente Ourense. Julga que a música, sobretudo a rádio-fórmula, pode ser útil para divulgar o português.

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Tiago Alvite: “A TVG pode mudar o nosso imaginário coletivo, permitindo ver o português não como ‘outra’, mas como uma variante da ‘nossa’ própria língua”

Valentim Fagim entrevista Tiago Alvite, novo sócio da AGAL, Profissional da produção televisiva advoga por recorrer aos média em português para compensar a presença maciça do castelhano nessa área. Defende o binormativismo tanto em associações como na administração. É fã da EOI e dos aPorto.

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