Luís Fontenla : “No caso de existir hoje o MDL acho que estaria a fazer o trabalho que a AGAL faz”

Valentim Fagim entrevista Luis Fontenla, que nasceu num berço de galego internacional e foi ativista em muitos coletivos, entre eles o MDL. Mora na rural e tem esperanças para ele. É pai e adora o projeto Semente. O seu programa linguístico para 2040 é ambicioso mas talvez o único possível.

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Arturo Novo Velo : “Quanto mais passa o tempo e mais competência vou adquirindo na nova ortografia, mais castelhana acho a outra”

Valentim Fagim entrevista Arturo Novo Velo, Neo-escrevente de âmbito rural. Quando pensava que já percorrera o caminho do galeguismo e já pensava que estava mais ou menos alfabetizado em galego, começou a dançar com a questão da norma e descobriu o reintegracionismo.

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Jéssica Azevedo: “Feminizar de verdade seria ter uma alta percentagem de mulheres ao mando, dar-lhes uma oportunidade para que possam demonstrar do que são capazes”

Valentim Fagim entrevista Jéssica Azevedo, brasigalega, estuda na Faculdade de Filologia um mestrado de Estudos de Género. Tem um fraco para meditar sobre feminismo, galeguidade e discurso pós colonialista.

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Graciela Lois: “Não há mudanças sem desequilíbrio, e isto apenas se consegue ao criar dúvidas. Portanto, é imprescindível continuar com a in/formação. Aliás, o discurso não pode ser apenas racional, mas emocional”

Valentim Fagim entrevista Graciela Lois Rio, nova sócia da AGAL, que morou na Argentina até aos 19 anos com uma vida salpimentada de galeguidade. Ao chegar a Galiza o seu espanhol é “canarizado” e vive imersão linguística na aldeia familiar. Tirou o B2 em português na EOI em dous anos e foi quando descobriu que fora na Galiza onde o português tivera a sua origem. Quanto à AGAL, o acréscimo da sua massa social feminina é o que fica pendente.

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