Saul Domínguez: “Seria preciso um galeguismo mais eficiente, que fosse capaz de penetrar no tecido empresarial galego e nos âmbitos cientifico-técnicos”

Valentim Fagim entrevista o novo sócio da AGAL: Saul Domínguez Negreira, um rapaz de aldeia que não gostava do galego da televisão e que agora trabalha em Madrid. Deseja um galeguismo mais eficiente que não se centre apenas no campo cultural e acha que a estratégia internacional é a única com futuro.

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Ruth Rodríguez: “Temos de fazer o esforço de transmitir o galego às novas gerações já que são os que têm a possibilidade de conservá-lo e são os que menos o falam”

Valentim Fagim entrevista Ruth Rodriguez, marinhã do Valadouro, professora em estágio na faculdade de Veterinária, na USC, investigadora na Nova Zelândia e na Argentina, ativista de Cultura do País e anteriormente da Liga Estudantil e nova Sócia da AGAL.

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Teresa Crisanta Pillado: “Imagino uma recuperação do idioma graças às crianças. Gostaria, mas penso que realmente é possível”

Valentim Fagim entrevista Teresa Crisanta Pillado, nova sócia da AGAL, de Ponte Vedra, atualmente é estudante em Filologia e quer enveredar pela tradução semiótica interartística. Acha uma verdade o galego ser internacional e que a chave táctica são as crianças.

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Javier Maria López : “Com o galego não temos só uma parte de uma numerosa população que partilha idioma, mas uma expressão particular e cultural desse sentir comum”

Valentim Fagim entrevista Javier Maria López, professor de música no ensino secundário: não gosta de usar a palavra útil quando se fala de línguas, sempre sentiu respeito polo reintegracionismo ainda que no ambiente galeguista onde se movia o sentir fosse menos simpático, gostaria que a consideração social do galego fosse bem diferente em 2030.

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