Violeta Santás: “A consciência de que a tua cultura é mais do que te fizeram crer faz-te mais orgulhosa do teu”

Valentim Fagim entrevista Violeta Santás Corral, de Ourense, neo-falante, foi na universidade quando deixou de ser galego-calante. Estudou Belas Artes em Cuenca. A música brasileira ajudou. Colabora na Semente Ourense. Julga que a música, sobretudo a rádio-fórmula, pode ser útil para divulgar o português.

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Tiago Alvite: “A TVG pode mudar o nosso imaginário coletivo, permitindo ver o português não como ‘outra’, mas como uma variante da ‘nossa’ própria língua”

Valentim Fagim entrevista Tiago Alvite, novo sócio da AGAL, Profissional da produção televisiva advoga por recorrer aos média em português para compensar a presença maciça do castelhano nessa área. Defende o binormativismo tanto em associações como na administração. É fã da EOI e dos aPorto.

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Abrahan Carreiro: “Gostaria de ver umha Galiza em que nas lojas e discos chique se falasse galego e os trending topics estivessem escritos em galego”

Valentim Fagim entrevista o desenhador Abrahan Carreiro, vive e trabalha em Vigo, admira Joe Sacco e gostaria de uma Galiza em que nas lojas e discos chique se falasse galego e os trending topics estivessem escritos em galego.

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Pablo Lourenço Quatra: “As vantagens de mudar de atitude som muito superiores que as de manter a situaçom actual”

Valentim Fagim entrevista Pablo Lourenço Quatra, europeísta que duvida sobre a sua própria natureza neofalante, (a sua tese mestrado será em volta dos neofalantes). Estudou tradução e interpretação em Granada, onde se revelou a sua vantagem competitiva com o português. Conhece, por diferentes motivos, a realidade linguística flamengo-neerlandesa e servo-croata. A visualização do documentário Porta para o exterior, provocou o insight.

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Saul Domínguez: “Seria preciso um galeguismo mais eficiente, que fosse capaz de penetrar no tecido empresarial galego e nos âmbitos cientifico-técnicos”

Valentim Fagim entrevista o novo sócio da AGAL: Saul Domínguez Negreira, um rapaz de aldeia que não gostava do galego da televisão e que agora trabalha em Madrid. Deseja um galeguismo mais eficiente que não se centre apenas no campo cultural e acha que a estratégia internacional é a única com futuro.

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