Abrahan Carreiro: “Gostaria de ver umha Galiza em que nas lojas e discos chique se falasse galego e os trending topics estivessem escritos em galego”

Valentim Fagim entrevista o desenhador Abrahan Carreiro, vive e trabalha em Vigo, admira Joe Sacco e gostaria de uma Galiza em que nas lojas e discos chique se falasse galego e os trending topics estivessem escritos em galego.

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Pablo Lourenço Quatra: “As vantagens de mudar de atitude som muito superiores que as de manter a situaçom actual”

Valentim Fagim entrevista Pablo Lourenço Quatra, europeísta que duvida sobre a sua própria natureza neofalante, (a sua tese mestrado será em volta dos neofalantes). Estudou tradução e interpretação em Granada, onde se revelou a sua vantagem competitiva com o português. Conhece, por diferentes motivos, a realidade linguística flamengo-neerlandesa e servo-croata. A visualização do documentário Porta para o exterior, provocou o insight.

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Saul Domínguez: “Seria preciso um galeguismo mais eficiente, que fosse capaz de penetrar no tecido empresarial galego e nos âmbitos cientifico-técnicos”

Valentim Fagim entrevista o novo sócio da AGAL: Saul Domínguez Negreira, um rapaz de aldeia que não gostava do galego da televisão e que agora trabalha em Madrid. Deseja um galeguismo mais eficiente que não se centre apenas no campo cultural e acha que a estratégia internacional é a única com futuro.

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Ruth Rodríguez: “Temos de fazer o esforço de transmitir o galego às novas gerações já que são os que têm a possibilidade de conservá-lo e são os que menos o falam”

Valentim Fagim entrevista Ruth Rodriguez, marinhã do Valadouro, professora em estágio na faculdade de Veterinária, na USC, investigadora na Nova Zelândia e na Argentina, ativista de Cultura do País e anteriormente da Liga Estudantil e nova Sócia da AGAL.

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