Carlos David González Bermúdez: “Gostaria que se detivesse o processo de hibridação do galego com o castelhano, o que não deixa de ser uma morte devagar, lenta, para o galego”

Valentim Fagim entrevista Carlos David González Bermúdez, que mora em Madrid, onde muitos dos seus amigos são também galegos e onde tenta transmitir a língua à sua criança de 4 anos. Acha um grande erro o modelo Ilg-Rag ter sido institucionalizado para o galego e é pessimista dada a indiferença social que existe em volta da língua. Deseja para a AGAL mais visibilidade social e que nas cidades o galego ganhe espaço entre as crianças.

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Saul Domínguez: “Seria preciso um galeguismo mais eficiente, que fosse capaz de penetrar no tecido empresarial galego e nos âmbitos cientifico-técnicos”

Valentim Fagim entrevista o novo sócio da AGAL: Saul Domínguez Negreira, um rapaz de aldeia que não gostava do galego da televisão e que agora trabalha em Madrid. Deseja um galeguismo mais eficiente que não se centre apenas no campo cultural e acha que a estratégia internacional é a única com futuro.

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Ruth Rodríguez: “Temos de fazer o esforço de transmitir o galego às novas gerações já que são os que têm a possibilidade de conservá-lo e são os que menos o falam”

Valentim Fagim entrevista Ruth Rodriguez, marinhã do Valadouro, professora em estágio na faculdade de Veterinária, na USC, investigadora na Nova Zelândia e na Argentina, ativista de Cultura do País e anteriormente da Liga Estudantil e nova Sócia da AGAL.

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Betânia Cabo: “As duas normas deveriam conviver em igualdade de possibilidades”

Valentim Fagim entrevista a nova sócia da AGAL: Betânia, paleo-falante, de Melide, mas mora em Compostela. Julga que 35 anos de norma Ilg-Rag dificulta o questionamento sobre o que o galego é. Tomou consciência do galego internacional em Londres e no Porto. Arquiteta técnica, olha com saudade as vilas do outro lado do Minho. Recomenda estudar português na EOI.

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