Que é a AGAL?
A Associaçom Galega da Língua (AGAL) é uma entidade sem fins lucrativos constituída em 1981 na Galiza para defender:
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Uma estratégia reintegracionista para a língua da Galiza (a visom e a vivência da mesma como uma variedade do sistema linguístico galego-português).
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A sua plena normalizaçom linguística.
Em 1983, a sua Comissom Lingüística editou o Estudo Crítico das Normas Ortográficas e Morfolóxicas do Idioma Galego. Em 1989, a segunda ediçom, corrigida e acrescentada, incluía a proposta normativa da AGAL.
Para levar a cabo a sua missom, tem utilizado diferentes formatos:
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Congressos, seminários, jornadas e simpósios.
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Ediçom em papel e electrónica.
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Uma revista de ciências sociais e humanidades, Agália.
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Internet, com o Portal Galego da Língua e vários sites associados.
Que atividades tem feito a AGAL no passado?
A Comissom Linguística da AGAL elaborou um Estudo Crítico das NOMIGA e posteriormente elaborou a sua própria proposta normativa (ortografia e morfologia gerais) para a nossa língua que em 2010 foi adatada seguindo diretrizes do Acordo Ortográfico.
A AGAL organizou entre 1984 e 1996 seis congressos da língua galego-portuguesa na Galiza bem como numerosos seminários, jornadas e simpósios.
Em 1985 nasceu a Agália, revista de ciências sociais e humanidades que durou até 2018 e tivo 114 números.
Até a apariçom do novo selo da associaçom, Através editora, fôrom publicados 50 livros em diferentes coleções (Universália, Criaçom, Clássicos).
Em 2001 nasceu o Portal Galego da Língua, sítio na rede da atualidade da língua na Galiza, e que para além de uma fecunda secçom informativa conta com vários sites formativos.
Que foi a Agália?
Agália foi uma revista internacional de ciências sociais e humanidades, editada trimestralmente pola AGAL desde 1985 até 2018, que contou com 114 números.
Entre os colaboradores que aparecem nos diversos números da revista figuram os mais variados nomes da cultura galega, como: Isaac Alonso Estraviz, Avilês de Taramancos, Xosé Manuel Beiras Torrado, Ricardo Carvalho Calero, Miguel Anjo Fernám-Velho, Pilar Garcia Negro, Joel R. Gômez, Ernesto Guerra da Cal, João Guisan Seixas, Cláudio Lôpez Garrido, Ramom Lôpez-Suevos, Manuel Lourenço, Jenaro Marinhas del Valle, X. Pisón, Maria Xosé Queizán, Carlos Quiroga, Francisco Salinas Portugal, Elvira Souto… e internacional, como: J. L. Álvarez Enparantza «Txillardegi», Lluis V. Aracil, Leodegário A. de Azevedo Filho, Joan Coromines, Eugenio Coseriu, Sílvio Elia, Pires Laranjeira ou Toni Mollà.
Todos os números podem ser consultados em linha no sítio web da revista.
Artigos
No velho PGL fôrom aparecendo alguns dos artigos da Agália. Que se listam a seguir:
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Domingos Prieto, Níveis de representaçom fonológica e fonética: reintegracionismo e isolacionismo, Agália 1 (Primavera 1985).
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Ricardo Carvalho Calero, O problema ortográfico, Agália 2 (Verao 1985).
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Comisson Lingüística da AGAL, Sobre o til de nasalidade, Agália 19 (Outono 1989).
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José Maria Monterroso Devesa transcribe, no número 22 de Agália (Verao 1990), umha carta manuscrita de Manuel Lugris Freire, datada o 3 de Maio de 1928, que é umha das primeiras mostras de reintegracionismo prático que se conserva.
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José Manuel Barbosa, Galiza e Portugal: umha ou duas naçons, Agália, 32 (Inverno 1992).
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Alexandre Banhos, A Galiza, fronteira de Portugal com Espanha, Agália 39 (Outono 1994).
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Celso Alvarez Cáccamo e Mário J. Herrero Valeiro, O continuum da escrita na Galiza: Entre o espanhol e o português, Agália 46 (Verao 1996).
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José Manuel Barbosa, Um contributo ao diálogo e à concórdia, Agália 47 (Outono 1996).
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Joan Coromines. No número 48 (Inverno 1996) reproduzem-se várias cartas mostrando o seu apoio ao reintegracionismo do distinto lingüista, assim como um seu artigo intitulado Sobre a unificación ortográfica galego-portuguesa que fora inicialmente publicado em Grial.
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Celso Alvarez Cáccamo, Construindo a Língua no discurso público: Práticas e ideologias linguísticas, Agália 50 (Verao 1997).
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Isaac Alonso Estraviz, A Galiza, os galegos e a língua segundo Rodrigues Lapa, Agália 53 (Primavera 1998).
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Carlos Garrido, Estado actual e perspectivas da norma lexical, Agália 57 (Primavera 1999).
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Valentim Rodrigues Fagim, Qual é o conflito linguístico galego?, Agália 58 (Verao 1999).
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José Manuel Outeiro, A estandarizaçom reintegracionista em Ricardo Carvalho Calero (1981-1990), Agália 59 (Outono 1999).
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Camilo Nogueira, O Galego-Português-Brasileiro e a Política Linguística na Galiza, Agália nº 62 (Verao 2000).
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Xavier Frías Conde, Relatório sobre a Língua Galega nas Astúrias. Aproximação Linguística e Literária, Agália 63/64 (2º semestre de 2000).
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Valentim Rodrigues Fagim, Os moldavos: Roménia, Rússia e as políticas de cultura, de Charles King (recessom), Agália, 63/64 (2º Semestre 2000).
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José Henrique P. Rodrigues, A Escrita e a Norma cara ao Século XXI, Agália 65/66 (1º semestre de 2001).
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José-Martinho Montero Santalha, Alguns testemunhos de reintegracionismo lingüístico galego-português nos anos 60-70, Agália 65/66 (1º semestre de 2001).
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José-Martinho Montero Santalha, Sobre o catálogo das rimas trovadorescas, Agália 67/68 (2º semestre de 2001).
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Valentim Rodrigues Fagim, Construir da periferia, construir da Galiza, Agália 71/72 (2º semestre de 2002).
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Celso Alvarez Cáccamo, Contra a normalización: Reconhecimento cultural e redistribuição económica sob a dominação linguística, Agália 73/74 (1º semestre 2003).
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Vítor Meirinho, Falsa essência e utilidade verdadeira -sobre a teoria e a praxe de Antão Vilar Ponte, Agália 73/74 (1º semestre 2003).
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Joám Bernardes Vilar, Os Olhos da História. A Cartografia, dos seus inícios às decisivas contribuiçons do português «Planisfério Cantino» (1502), Agália 75/76 (2º semestre de 2003).
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Salvador Mourelo, Aves e pássaros a voarem nos céus hispânicos e lusitânicos, Agália 77/78 (1º semestre 2004).
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Roberto López-Iglésias Samartim, Ideia de Língua e Vento Português na Galiza do Tardofranquismo: o caso de Galaxia, Agália 83/84 (2º semestre de 2005).
Que atividades realizou a AGAL nos anos 10?
O conselho eleito em junho de 2009 promoveu uma estratégia dupla:
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Difusom direta do reintegracionismo por meio de atividades didáticas, jornadas, livros, a difusom da figura de Carvalho Calero com um concurso (Musicando Carvalho Calero) e um site comemorativo do 100 aniversário do seu nascimento, um encontro lúdico para o 30º aniversário, Galiquiz (Jogo de mesa), história do reintegracionismo em vídeo, a loja on-line da Imperdível, o Portal Galego da Língua, o Dicionário Estraviz, os foros ou os blogues-gz.
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Difusom indireta por meio da Lusofonia através de cursos de português LE (língua estrangeira), promoçom do ensino de português LE, livros, CPP (cursos de português em Portugal) e concursos Planeta NH.
Que fôrom os Foros PGL?
Os Foros PGL fôrom um site voltado para que a comunidade virtual que visita o PGL debatesse e comentasse a atualidade da língua da Galiza e da lusofonia, e nem só.
Tivo vários tópicos abertos com grande atividade:
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Fórum Livre,
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Noticias PGL,
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Estratégias e Posiçons do Reintegracionismo na Galiza e
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A Perda de Falantes.
Que atividades realizou a AGAL nos anos 20?
Nos anos 20 a estratégia de difusom virou-se mais para a internet e as redes sociais. Realizárom-se vários documentários, leituras continuadas, cursos aPorto, obradoiros de português para o secundário, e muitas mais iniciarivas e atividades que podes ver aqui.
Como se organiza a AGAL?
A direçom e a administraçom da associaçom som exercidas polo Presidência, polo Conselho (= Junta Diretiva) e pola Assembleia Geral.
A Presidência é designada pola Assembleia Geral e o seu mandato dura quatro anos, renovável por outro de quatro anos. O Conselho está formado pola Presidência, a Vice-Presidência, a Secretária e a Tesouraria bem como um mínimo de três vogais.
Na estrutura organizativa da Associaçom também se integram, como órgãos de caráter ténico, a Comissom Lingüística, a Comissom de Informática e a Comissom de Igualdade e quaisquer outras que se formarem.
Que é a Comissom Linguística?
A Comissom Linguística da Associaçom Galega da Língua (CL-AGAL) é um órgão técnico de caráter académico, instituído na Galiza em 1983, que tem por missões:
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estabelecer na língua galego-portuguesa da Galiza a normativa idiomática de caráter reintegracionista relativa aos diversos aspetos constitutivos da língua, isto é, o prosódico, o ortográfico, o morfossintático e o lexical.
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elaborar estudos e emitir ditames técnicos sobre quaisquer outros aspetos da língua galego-portuguesa (da Galiza), tanto na vertente do corpus como na do status.
Quais fôrom as diretivas da AGAL?
2023 – 2027
Eleita a 9 de julho de 2023. Estando composto por:
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Jon Amil, oitavo presidente da associaçom.
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Manuel S. Novoa, vice-presidente.
- Maria do Mar Lopes, tesoureira.
- João Lousada, secretário.
- Susana Álvares, vogal.
- Eduardo Maragoto, vogal.
- Vítor Garabana, vogal.
- Wiktoria Grygerziec, vogal.
- Marinha Area, vogal.
- Sónia Engroba, vogal.
2019 – 2023
Eleita a 12 de novembro de 2015. Estando composto por:
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Eduardo Maragoto, sétimo presidente da associaçom.
- Eliseu Mera, vice-presidente
- Marcos Saavedra, secretário
- Romám Vilela, tesoureiro
- Valentim Fagim, vogal
- Miguel Penas, vogal
- Carme Saborido, vogal
- Jon Amil, vogal
- Teresa Pilhado, vogal
- Graciela Lois, vogal
- Luís Fontenla, vogal
- Matias Rodrigues, vogal
- Vítor Garabana, vogal
2015 – 2019
Eleita a 25 de outubro de 2015. Estando composto por:
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Eduardo Maragoto, sétimo presidente da associaçom.
- Carlos Quiroga, vice-presidente
- Eliseu Mera, secretário
- José Calleja, tesoureiro
- Susana Arins, vogal
- Jon Amil, vogal
- Ricardo Gil, vogal
- Xico Bugueiro, vogal
2012 – 2015
Eleita a 13 de outubro de 2012. Estando composto por:
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Miguel R. Penas, sexto presidente da associaçom.
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Valentim R. Fagim, vice-presidente.
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Manuel López Rodríguez, secretário.
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Ângelo Lodeiro, tesoureiro.
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Noemi V. Nogueiras, vogal.
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Manuel César Vila, vogal.
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Gerardo Uz Rodrigues, vogal.
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Eduardo Sanches Maragoto, vogal.
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Jurjo Nóvoa Martins, vogal.
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Xemma Fernandez, vogal.
2009 – 2012
Eleita a 6 de Julho de 2009 terminou o seu mandato a 13 de Outubro de 2012.
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Valentim R. Fagim, presidente, o 5º, da Agal.
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Miguel R. Penas, vice-presidente.
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Eugénio Outeiro, secretário.
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Manuel César Vila, tesoureiro.
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Gerardo Uz, vogal.
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Jéssica Beiroa, vogal.
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Suso Sanmartim, vogal.
2007 – 2009
Eleita a 16 de Junho de 2007 terminou o seu mandato a 6 de Julho de 2009.
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Alexandre Banhos, presidente, o 4º, de Agal.
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Isaac Alonso Estraviz, vice-presidente.
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Jose Manuel Outeiro, secretário.
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Ana Maria Cabanas, tesoureira.
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José Paz, vogal.
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Manuela Ribeira, vogal.
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José Manuel Barbosa, vogal.
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Margarida Martins, vogal.
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Miguel Conde, vogal.
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Iolanda Docampo, vogal.
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Héctor Canto, vogal.
2003 – 2007
Eleita a 6 de Junho de 2003 terminou o seu mandato a 16 de Junho de 2007.
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Bernardo Penabade Rei, presidente, o 3º, da Agal.
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Isabel Morám Cabanas, vice-presidenta.
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Isaac Alonso Estraviz, secretário.
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Jesus Miguel Conde Llinars, tesoureiro.
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Raquel Miragaia Rodrigues, vogal.
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Anjo Gonçales, vogal.
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Miguel R. Penas, vogal.
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Óscar Dias Fouces, vogal.
2001 – 2003
O presidente foi eleito a 31 de Março e o conselho ao completo a 14 de Julho de 2001, terminando o seu mandato a 6 de Junho de 2003.
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Bernardo Penabade Rei, presidente, o 3º, da Agal.
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Rosário Fernándes Velho, vice-presidenta.
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Isaac Alonso Estraviz, secretário.
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Jesus Miguel Conde Llinars, tesoureiro.
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Oscar Díaz Fouces, contador.
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Sílvia Capom Sánchez, vogal.
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Crisanto Veiguela Martins, vogal.
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Francisco Xavier Fontaínha do Val, vogal.
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Valentim Rodrigues Fagim, vogal.
1996 – 2001
Eleita a 16 de Março de 1996 terminou o seu mandato a 31 de Março de 2001.
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Maria do Carmo Henríquez Salido, presidenta, a 2ª, da Agal.
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Luís Gonçález Blasco, vice-presidente.
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Bernardo Penabade Rei, secretário.
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Alexandre Banhos Campo, tesoureiro.
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José Manuel Aldeia Moscoso, vice-contador.
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Francisco Xavier Fontaínha do Val, vogal.
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Jesus Sanches Loira, vogal.
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José Manuel Barbosa Álvarez, vogal.
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José M. López Ermida, vogal.
1993 – 1996
Eleita a 27 de Fevereiro de 1993 terminou o seu mandato o 16 de Março de 1996.
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Maria do Carmo Henríquez Salido, presidenta, a 2ª, da Agal.
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Luís Gonçález Blasco, vice-presidente.
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José António Souto Cabo, secretário.
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Bernardo Penabade Rei, vice-secretário.
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Nemésio Barxa Álvarez, tesoureiro.
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José Maria Monterroso Devesa, vogal.
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Xavier Paz, vogal.
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Pedro Fernández-Velho, vogal.
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Carlos Campoy Vázques, vogal.
Que sites tivo a AGAL?
Os sites da AGAL por ordem cronológica fôrom:
2001: Portal Galego da Língua
2005: Dicionário e-estraviz
2005: Planeta NH (Desativado para o público geral o 2 de Abril de 2011)
2005 Blogues
2008 Foros (Fôrom desativados o 31 de Dezembro de 2010).
2010 Loja imperdível (fora do ar)
2011 Wiki-faq da Agal e do reintegracionismo
2011 aPorto
2012 Através Editora
2015 A Nossa Galáxia
2027 Biblioteca da AGAL
Que foi o Planeta NH?
O Planeta NH foi um projeto lúdico criado na Galiza para toda a Lusofonia. Tratava-se de um sítio de testes culturais elaborados por pessoas de todo o mundo, nomeadamente dos países que falam a nossa língua. Podias participar elaborando jogos sobre os teus temas de interesse. As categorias existentes eram: A nossa língua, artes e letras, Ciências, Cidades NH, desportos, geografia, história, natureza, política, povos e culturas, religiom, som e imagem.
Eis alguns dos jogos elaborados por galegos e galegas: Cantigas populares galegas, Castelao, teatro da Galiza, Compostela, Ourense, rias e rios da Galiza, anaquismo na Galiza, nacionalismo espanhol, história da Galiza, árvores galegas e a suas folhas, raças domésticas galegas, espaços naturais galegos, nacionalismo galego contemporáneo, extrema-esquerda galega, os gaiteiros e a gaita de foles, rock galego.
Como nasceu? O lançamento do e-estraviz trouxo, entre outras bondades, uma série de jogos veiculados para o apuramento da nossa língua e que ficárom englobados sob o título de A Brincar com o e-estraviz. Valentim R. Fagim e Vítor Lourenço, webmaster do PGL na altura, recriárom a hipótese de essa ideia lúdica poder ser desenvolvida muito mais eficazmente. Depois de várias pesquisas encontrárom o software preciso para desenvolver a ideia inicial.
Em outubro de 2010 contava com 454 jogos, 9083 perguntas e 1095902 partidas iniciadas.
O tesouro lexical galego
O mais completo dicionário galego em linha, o Electrónico Estraviz (e-Estraviz), já é uma realidade. Na versom electrónica nom só foi feita uma adaptaçom para a norma histórica e etimológica da língua galego-portuguesa do Dicionário Estraviz -o mais contrastado dos dicionários galegos publicados até hoje-, mas também uma revisom individualizada de cada verbete e definiçom, com correções e acréscimos.
A esse labor uma equipa de até quinze pessoas, sob a direçom do próprio lexicógrafo Isaac Alonso Estraviz, dedicou muitas horas e muito carinho. A primeira ediçom na rede foi lançada em 2005; a segunda (atualmente disponível) em 2009. Entre as novidades de mais destaque desta nova versom, além da nova interface gráfica e a nova apresentaçom das definições, fraseologia, sinónimos, antónimos, variantes, nomes científicos e etimologia das diferentes entradas, salientam as novas ferramentas disponibilizadas, como os botões para os navegadores, o Plug-in OpenSearch e a caixa de pesquisa dinâmica compatível com quase qualquer web.
Igualmente, a pesquisa no novo e-Estraviz é muito mais fácil e completa, pois incorpora sugestons automáticas, reconhece plurais, femininos, como também permite a procura com ortografia ILG-RAG, além do padrom português e mesmo já de alguma das novidades do Acordo Ortográfico.
Finalmente, com a nova versom também foi lançado o novo domínio do dicionário, http://www.estraviz.org, com o suporte económico e técnico fornecido pola AGAL. Um novo web em que o importante é a língua a espalhar toda a sua luz a partir da Galiza, com acesso totalmente livre e hipótese de interactividade, o que fai com que realmente seja um dicionário do que qualquer pessoa poda sentir-se partícipe.
Conta com um total de 125.503 entradas e mais de 1.000 gentílicos galegos, da lusofonia e do resto do mundo; bem como deu um passo a frente tentando banir definições ‘clássicas’ que várias/os internautas assinalaram como despetivas do ponto de vista do género ou outras condições.Além disso, merece destaque o especial contributo de José António Meixueiro, graças ao qual o e-Estraviz completou muitas entradas com novas acepções, bem como inseriu mais de 2.000 novas palavras.
Como bom dicionário manual, o e-Estraviz possui o léxico mais fundamental e mais completo possível, quer dos ramos científico-técnicos quer das expressões mais populares. Por isso, inclui abundante léxico científico e popular de mais uso. No entanto, faltam muitas variantes e localismos, que os seus utentes podem empregar com pleno direito por serem tam galegas como as que estám incluídas.
Este dicionário vai destinado para ser utilizado por toda a lusofonia, mas, nomeadamente, pola cidadania galega. Aliás, é válido para aqueles que se dizem seguidores de uma norma “autonomista” (na realidade, ainda hoje nom há um “Dicionário Normativo Oficialista” a este nível).
O e-Estraviz é um primeiro passo que tenta dotar de mais um instrumento de trabalho todos os galegos, e mesmo também fazer um humilde contributo para a lusofonia que poderá reconhecer, destarte, léxico galego como próprio.
As melhoras continuarám, nom apenas do ponto de vista lexical, cuja atualizaçom é constante, mas também do ponto de vista técnico, estando previsto o aprimoramento de vários complementos, como os diversos jogos e a disponibilizaçom de um conjugador verbal.
Que relaçom tem a AGAL com outros coletivos galegos que promovem a mesma estratégia para a língua?
O reintegracionismo é um movimento multilinear em que cabem grande pluralidade de filosofias e práticas, desde culturais até sóciopolíticas. Nesse quadro amplo, a AGAL tem como missom a difusom do reintegracionismo e normalizaçom linguística.
A AGAL mantém relações fluídas com todas as associações e entidades reintegracionistas, sendo muitos dos seus promotores e promotoras, por sua vez, associados e associadas da AGAL. Cada entidade reintegracionista tem diferentes âmbitos de atuaçom quer geograficamente: internacional, nacional e local, quer setorialmente: cultural, académico, partidário, comunicaçom…
Que relaçom tem a AGAL com outras entidades galegas?
A AGAL é a associaçom que aglutina as pessoas partidárias de construir o galego moderno tendo em conta o português. Consequentemente, promove que a nossa língua seja codificada seguindo a tradiçom gráfica galego-portuguesa. Porém, ainda que seja considerada a associaçom mais importante desta tendência cultural, a AGAL fai parte de um movimento muito mais amplo, conhecido como Reintegracionismo, que estende a sua influência a entidades sociais de todo o tipo, nom exclusivamente linguístico-culturais.
Assim, desde organizações políticas, feministas e ambientalistas até coletivos musicais e desportivos integram uma ampla rede social que nom está dirigida por nenguma associaçom linguística.
O Reintegracionismo é neste sentido multilinear, uma vez que nom se limita a uma proposta ortográfica, mas a uma conceçom do País que é assumida em diferentes graus por uma boa parte dos coletivos galegos de base nom dependentes das instituições. Com todos estes coletivos, a AGAL mantém uma relaçom mui íntima, de apoio e assessoramento linguístico e para facilitar a troca cultural com outros países lusófonos.
Ainda, a AGAL pretende ser um ponto estável para o diálogo com outras entidades nom afins ao Reintegracionismo e até contrárias a ele, permitindo-lhes informarem-se quanto à nossa proposta cultural sempre que o desejarem. A intençom da AGAL é manter um relacionamento fluído com todas aquelas entidades galegas que tenhem como guia melhorar a qualidade de vida da cidadania galega. Neste sentido temos as nossas portas abertas a qualquer entidade e regularmente tentamos de abrir canais de contacto com o tecido social da Galiza.
Como associar-se à AGAL?
A forma mais ágil para se associar é através do nosso site. Na ficha som requeridos uma série de dados pessoais e o tipo e quantia da quota.

