Meri Martins: “Existe umha forma de escrever a língua que a fai mais ampla, rica e diversa”
Meri é murciana e logo se tornou galegofalante. Sentiu-se bem recebida e o facto de falar galego não deixa indiferente, sobretudo no seu trabalho de professora em educaçom infantil. Para o seu contacto com a estratégia reintegracionista foram importantes as escolas Semente. Em 2050 gostaria de ser respondida em galego…
Álvaro Salgado: “O reintegracionismo deve ser capaz de mostrar que o galego é uma oportunidade para todos, independentemente das suas convicções políticas”
Joaquim da Silva: “É um erro pedir à União Europeia o estabelecimento do Galego como língua oficial, dado que já o é”
Joaquim Pinto da Silva é português, Foz do Douro, Porto. Residente muitos anos na Bélgica onde foi Funcionário da Comissão Europeia (1984-2013). Licenciado em Línguas e Literatura Modernas tem um fraco pela História. Julga que, em Portugal, há muita ideologia “nacionalista-sectária” quanto à origem da nossa língua e vê lições…
Pepa Baamonde: “Espero que o trabalho da Agal consiga aumentar o número de primaveras para a nossa língua”
Maria Xosefa Baamonde García é vilalvesa. A sua língua inicial foi o castelhano, o registo das “forças vivas” da sociedade onde nasceu. Foi a docência a que a encaminhou a tornar-se galego-falante, e foi este labor docente na nossa língua que, em 1980, sofreu uma “transferência forçada com mudança de…



