Joaquim da Silva: “É um erro pedir à União Europeia o estabelecimento do Galego como língua oficial, dado que já o é”
Joaquim Pinto da Silva é português, Foz do Douro, Porto. Residente muitos anos na Bélgica onde foi Funcionário da Comissão Europeia (1984-2013). Licenciado em Línguas e Literatura Modernas tem um fraco pela História. Julga que, em Portugal, há muita ideologia “nacionalista-sectária” quanto à origem da nossa língua e vê lições…
Pepa Baamonde: “Espero que o trabalho da Agal consiga aumentar o número de primaveras para a nossa língua”
Maria Xosefa Baamonde García é vilalvesa. A sua língua inicial foi o castelhano, o registo das “forças vivas” da sociedade onde nasceu. Foi a docência a que a encaminhou a tornar-se galego-falante, e foi este labor docente na nossa língua que, em 1980, sofreu uma “transferência forçada com mudança de…
Xosé Antón Lebedynski: “Considero que o português é a parte culta do galego”
José Rui Simões Mateus: “A fronteira que nos divide é a escrita”
Eduardo Fernández: “Tenho especial predileção pela energia da mocidade, por essa água que está a ferver”
Eduardo Fernandez Diaz é um estradense pseudo-neofalante. Na atualidade leciona galego e aspira a ensinar português no secundário. É otimista e escolhe pôr os olhos nas ativistas incansáveis que dia a dia fazem frente. Julga que o mundo de expressão em português é tão próximo dos adolescentes como, em muitas…



