Há já vários anos que a AGAL organiza umha pequena festa —quer em formato jantar, quer ceia ou petiscos— para receber e dar as boas-vindas às pessoas que entram na associaçom. É complicado saber se existem muitas associações no nosso país, ou noutros, que tenham este costume assente. Para o presidente agálico, Miguel Penas, «dá para desconfiar que, por desgraça, sejam bem poucos os casos deste tipo de eventos». Na sua opiniom, «é umha mágoa», porque «nada pode substituir o contato humano e direto», nada pode «substituir a proximidade ou umha conversa olhando, ao vivo, às pessoas interlocutoras».
Do Conselho da AGAL agradecem às «amigas e amigos» que acompanhárom este e outros convívios, também «àquelas novas sócias e sócios e a quem já nom é tam recente», pois é graças ao seu apoio que a associaçom pode continuar. «Já avançámos muito, e graças a vós podemos construir os alicerces para termos umha estrutura que cada dia poda ser mais sólida e eficaz. Em definitiva, construir umha AGAL mais útil», explica Penas.
Para perceber a qualidade humana deste alargamento da base social agálica, só é preciso dar umha vista de olhos às entrevistas da série AGAL-Hoje, diálogos nos quais observamos o variado perfil das pessoas que contribuem «a aumentarmos a nossa mais grande riqueza» —afirma Penas—, mas que também mostram onde é que está «o nosso maior potencial: a sua generosidade», sentencia o presidente da AGAL.
No passado sábado, dia 8, foi possível, mais umha vez, sentir essa força e entusiasmo. Em Vidám, nas redondezas de Santiago de Compostela, amigas e amigos —também na língua— que se juntavam para desfrutar do galego percebido como português; sentido-se mais felizes, mais alegres e mais dignos, conseguindo agir como galegas e galegos plenamente. Otimismo e vontade de avançar com firmeza, transmitindo esta maneira de viver a nossa língua. Assim som as festas de bem-vinda à AGAL.