Categoria: Entrevistas
Carlos Velasco: “Umha cousa é que amemos a nossa língua antes de mais nada por ser nossa. Outra, que nom aproveitemos as enormes possibilidades que o galego internacional oferece”
E. Maragoto e J. Ghanime: “Os caminhos mais transitados destacam-se com a linha mais grossa, e os menos transitados mostram-se com um traço mais ténue”
Betânia Cabo: “As duas normas deveriam conviver em igualdade de possibilidades”
Valentim Fagim entrevista a nova sócia da AGAL: Betânia, paleo-falante, de Melide, mas mora em Compostela. Julga que 35 anos de norma Ilg-Rag dificulta o questionamento sobre o que o galego é. Tomou consciência do galego internacional em Londres e no Porto. Arquiteta técnica, olha com saudade as vilas do outro lado do Minho. Recomenda estudar português na EOI.





