Betânia Cabo: “As duas normas deveriam conviver em igualdade de possibilidades”

Valentim Fagim entrevista a nova sócia da AGAL: Betânia, paleo-falante, de Melide, mas mora em Compostela. Julga que 35 anos de norma Ilg-Rag dificulta o questionamento sobre o que o galego é. Tomou consciência do galego internacional em Londres e no Porto. Arquiteta técnica, olha com saudade as vilas do outro lado do Minho. Recomenda estudar português na EOI.

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Javier Maria López : “Com o galego não temos só uma parte de uma numerosa população que partilha idioma, mas uma expressão particular e cultural desse sentir comum”

Valentim Fagim entrevista Javier Maria López, professor de música no ensino secundário: não gosta de usar a palavra útil quando se fala de línguas, sempre sentiu respeito polo reintegracionismo ainda que no ambiente galeguista onde se movia o sentir fosse menos simpático, gostaria que a consideração social do galego fosse bem diferente em 2030.

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