Tánia Ribadulha : “Espero que o galego-português se torne oficial junto com a norma atual, deixando-o à livre escolha de cada quem”

Valentim Fagim entrevista à nova sócia da AGAL, Tània Ribadulha, mogiá, citadina, galego-falante que quer um futuro sem preconceitos sobre a nossa língua. Estudou um ano de bacharelato nos EUA e quer formar-se em direito humanitário e trabalhar na ONU.

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Lorena González : “O estudo do português para mim foi como redescobrir a minha própria língua”

Valentim Fagim entrevista Lorena González, quem teve na língua dos seus professores um apoio para apostar no uso do galego. É perita em micro-poluentes de muitos teores. É fã da Escola de idiomas e julga que é no ensino formal, entre crianças e adolescentes, onde se deve focar a estratégia reintegracionista.

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Joana Palha : “A AGAL, para mim, é uma associação muito tolerante, com ideias muito inovadoras e originais”

Valentim Fagim entrevista a nova sócia da AGAL, Joana Palha, portuguesa, mulher de formação de letras com interesse polos monstros e o grotesco na literatura. Julga que o teatro pode ser uma elo de interação entre a sociedade galega e portuguesa. Estudou galego num curso de verão do Ilg embora na rua fosse comum que lhe falassem em castelhano. Quer um relacionamento fluído a ambos lados da fronteira administrativa sem barreiras imaginárias.

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